Chove, chove, chove até…

Enxurrada. Contaminações. Acidentes. Mortes. Choro, grito, desespero. Alagamentos severos. Borboletas e pássaros em silêncio e reclusos em algum canto da de telhado. Estou silente, reclusa entre quatro paredes. Pingos generosos de chuva invadem casas e estradas. Cheiro de comida. Frango assado com batatas e cebolas no forno. Noite de sonhos conturbados e molhados. Chuva entra pela fresta da porta da varanda. Mofo, lodo. Duas embarcações atingidas por colapso de paredão de pedra em Capitólio, Minas Gerais.

Atualizado em 19/01/2022 às 12:01, por Andreia Donadon Leal.