“Hey, dor, eu não te escuto mais. Você não me leva a nada. Hey, medo, eu não te escuto mais. Você não me leva a nada”. Enquanto a voz das crianças da banda Som do Coração amoleciam os corações naquela manhã de sábado, Mariana era tomada pelo sol e por mais de mil atletas dispostos a enfrentar um dos grandes desafios do ciclismo.
No Iron Biker Brasil 2026, realizado nos dias 12 e 13 de setembro, a letra da música traduzia perfeitamente o sentimento de quem estava ali: de deixar o medo para trás, encarar a dor e seguir pedalando em direção ao lugar onde existe sol. E, se a música pergunta “pra onde eu vou?”, os atletas que chegaram a Mariana pareciam ter a mesma resposta: para onde tenha sol e claro, para onde a bicicleta levar.
Mais que uma prova
Para alguns, o Iron é competição. Para outros, tradição. Há quem venha pelo desafio, quem venha pelos amigos, pela família, pela natureza ou simplesmente pela sensação de estar sozinho com a bicicleta e esquecer, por algumas horas, tudo o que acontece fora das trilhas. Mas apesar dos diferentes significados para cada um, o que unia todos nesses dois dias era a paixão pela bike.
Luciano Fonseca Paes, de Macaé (RJ), conhece bem o sentimento de voltar para Mariana. Campeão da categoria E-Bike 2 em 2025, ele repetiu o resultado em 2026, conquistando novamente o primeiro lugar geral da categoria, com 2h48min39seg.
Para ele, porém, o resultado é apenas uma parte da experiência.
É encantador esse evento pela quantidade de atletas, pela organização e por todo o envolvimento. É emocionante. Só sabe quem passa por um Iron Biker. Você chega a chorar na largada de emoção. É um evento único
E a vontade de voltar já está garantida. Depois de dois títulos consecutivos, Luciano já mira o próximo ano. “Pretendo ser campeão ano que vem.”

Ao lado dele, estava Tábata, sua esposa. Se para o atleta a chegada representa o resultado de todo o esforço, para quem acompanha de fora a emoção também é difícil de explicar.
Ela conta que acompanhou a prova apreensiva, sabendo que Luciano estava preparado, mas ainda assim se emocionou ao descobrir que ele havia conquistado novamente o primeiro lugar geral. “Estou muito emocionada. Tava com o coração na mão e quando eu vi que ele tinha ganhado na geral quase passei mal, é só orgulho!”, disse.
No Iron, a vitória de um também acaba sendo compartilhada por quem esteve junto durante todo o caminho.
Uma história que começou na infância
Para Eduardo Fernando, de Ouro Preto, o Iron Biker virou praticamente um retrato da infância guardado e admirado na escrivaninha. São mais de 15 anos acompanhando a competição. Antes mesmo de competir, ele já observava o evento desde criança, quando a prova ainda tinha relação com o percurso entre Belo Horizonte e Ouro Preto.
Hoje, depois de participar de diversas edições e até conquistar vitória em sua categoria em outras edições, Eduardo está temporariamente afastado das competições. Mas continua presente para prestigiar os amigos e sentir novamente a energia do esporte.
O amor pela bicicleta é desde a infância. E eu sempre falo que quem gosta é igual bicicleta, literalmente, quem aprende uma vez, nunca deixa para trás.
E o Iron também mostrou a ele que a bicicleta pode aproximar desconhecidos. Eduardo sentava e comemorava ao lado de Renato Lima, de Belo Horizonte. Quem visse de fora imaginaria que esses dois se conheciam de outros carnavais, ou melhor, outros irons; mas a verdade é que Eduardo e Renato tiveram o seu primeiro encontro há meia hora atrás.

É assim que a conexão acontece: uma conversa aqui, uma amizade ali, uma lembrança compartilhada e, de repente, pessoas que nunca haviam se encontrado passam a fazer parte da mesma comunidade.
Renato, que participava pela terceira vez do Iron, também acompanha a competição há décadas. Começou a correr há três anos e, depois de “bater na trave” em outras edições, voltou mais uma vez para tentar chegar lá.
Mas ele não esconde que existe algo além da competição. “É uma prova que eu venho para curtir com os amigos e família. É uma prova bem familiar.”Para ele, uma das grandes motivações é justamente o momento em que fica sozinho com a bike.“É o momento que fica eu ali sozinho com a bike e eu esqueço do mundo, é a hora de eu me desestressar.”
E, como Eduardo, Renato também já sabe que estará de volta. “Ano que vem, primeiro lote promocional estou comprando. Estou dentro!!”, vibrou.
Quando a superação ganha outro significadp

O Iron Biker também foi ponto de encontro para quem está retomando o caminho depois de enfrentar obstáculos. Rita de Moura Costa, de Guanhães, Minas Gerais, acompanhava a chegada do seu amigo Rodrigo Souza e se preparava para viver sua própria história com a competição. Recuperando-se de um acidente de bicicleta, ela ainda não estava ali como competidora, mesmo assim, a experiência da largada despertou algo.
Estou voltando de um acidente de bike agora, mas a energia daqui, o que eu senti na largada, com a música, com tudo, foi completamente diferente de todas as competições que eu já fui.
A experiência foi suficiente para transformar a espectadora em futura atleta. “No ano que vem eu vou ter que vir para correr”, compartilhou.
E ela já tem companhia para o desafio. Ao lado de Rodrigo, pretende formar uma dupla na próxima edição.

Uma cidade inteira entra no clima
Quem acompanha o Iron Biker percebe que a competição não fica restrita às trilhas. Para Carol Temierte, produtora cultural de Belo Horizonte, o evento também movimenta a cidade, o turismo e as pessoas que vivem dela.
Carol trabalha com projetos voltados ao turismo de vilarejo e defende que experiências como o Iron Biker não precisam ser vividas somente por quem está inscrito na prova. “Você não precisa efetivamente ser um atleta. É um evento família.”
Para ela, enquanto os atletas pedalam, outras pessoas encontram espaço para conhecer a cidade, consumir produtos locais, prestigiar artesãos e experimentar a cultura de Mariana. O esporte, nesse sentido, cria uma espécie de corrente: a bicicleta movimenta os atletas, os atletas movimentam a cidade e a cidade devolve essa energia para quem chega.
Então eu dou muito valor a isso e cada vez mais eu incentivo as pessoas: você não precisa ser atleta, traz a família, os filhos, os pais, passa um dia legal, viva, apoie. É um dia que você privilegia uma conexão com a paz, sabe?
O Iron também espera por quem está atrás da linha de chegada
Enquanto uns pedalavam, outros aguardavam. Eliana Tanade, de Conselheiro Lafaiete, esperava pelo esposo. Já Kelly Araújo, de Congonhas, aguardava o filho, que participava pela primeira vez do Iron Biker.
As duas se conheceram por meio do esporte e passaram a compartilhar não apenas competições, mas também a ansiedade de esperar por quem está lá dentro. “Uma pela outra, ajudando, apoiando, ainda mais nesse momento de apreensão esperando nossos amados”, contou Eliana.

Bike é saúde

Aos 61 anos, Albert Luis, de Belo Horizonte, mostra que não existe uma idade certa para voltar. Ele correu no Iron Biker entre 1993 e 2003. Depois de um longo intervalo, retornou à competição, agora na categoria E-Bike.
Foram 23 anos longe das trilhas do Iron. Ao voltar, encontrou uma prova diferente. As montanhas, a altimetria e o nível técnico haviam aumentado. Mas algo permanecia igual: a vontade de estar ali.
Não pode parar. Tem que estar sempre presente no esporte, porque esporte é vida. Isso aqui é vida.
Ao lado dele, Silvana viveu a experiência de acompanhar o Iron pela primeira vez. Entre a competição e a cidade, encontrou um ambiente que, segundo ela, tinha uma energia especial.
Marcelo Almeida, de Viçosa e morador de Mariana desde 2001, conhece bem as trilhas da região. Ainda assim, cada edição consegue apresentar um caminho diferente. “Eu pedalo aqui muito. E todos os Iron Bikers que têm aqui são percursos diferentes, que a gente nunca passou. É quintal da casa da gente e algumas trilhas a gente não conhece mesmo de verdade.”
Para ele, o desafio está justamente em superar a si próprio.
O que me motiva é a superação: superar a si mesmo, melhorar e manter uma vida saudável.
Uma nova geração já está na largada
E se alguns atletas carregam décadas de história com o Iron, outros estão apenas começando a escrever a própria. Matheus, de apenas 11 anos, resumiu o espírito da competição de um jeito simples quando ouviu do apresentador a pergunta: “Tem bateria aí ainda?” A resposta veio sem hesitação:“Tem bateria demais. Eu amo isso aqui.”
Enquanto isso, Aline Portela Silva, do interior do Rio de Janeiro, participava pela terceira vez. Em 2026, estreou na categoria E-Bike e começou a competição com vitória no primeiro dia. Mais do que o resultado, ela destacou justamente aquilo que aparece tantas vezes nas histórias dos participantes: a conexão.
Aqui é sem explicação. A conexão entre os atletas, a organização, está tudo maravilhoso

Para onde tenha sol
No fim, quando a música aumentou e voltou a ocupar o espaço do evento, ela já não era apenas um show
“E se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol é pra lá que eu vou.”
Em Mariana, o sol estava mais que presente. Mas havia ainda quem voltasse depois de décadas. Quem estivesse competindo pela primeira vez. Quem já tivesse seis, oito ou mais participações. Quem tivesse acabado de conhecer um novo amigo. Quem esperasse ansiosamente pela chegada de um filho, de um esposo ou de uma companheira. Quem encontrasse na bicicleta uma forma de cuidar da saúde. Quem buscasse superar um acidente. Quem estivesse atrás de um título. E quem simplesmente quisesse sentir novamente aquela energia.
O Iron Biker 2026 terminou com vencedores, medalhas, tempos e pódios. Mas, para quem esteve em Mariana, a competição deixou a certeza de que, quando existe paixão pela bicicleta, cada pessoa pode ter a história que for, que ainda sim, vão pedalar para a mesma direção. Porque no fim, o que faz cada um voltar no ano seguinte é a vontade de sentir tudo de novo.
Resultados do Iron Biker Brasil 2026
Na categoria Elite Masculina, Luiz Miguel Campos Honorio, de Maria da Fé (MG), terminou na primeira colocação, com tempo total de 5h11min45seg. Sherman Trezza de Paiva, de Poços de Caldas (MG), ficou em segundo, com 5h14min42seg, e Diogo do Nascimento Castro, de Manhuaçu (MG), foi o terceiro, com 5h20min52seg.
Na Elite Feminina, a vitória foi da marianense Liege da Silva Walter, com 7h04min25seg. Zelina Rocha Belizario, de Caratinga (MG), ficou em segundo, com 8h36min16seg. A categoria teve duas atletas classificadas.
Cadete
1º Caio Henrique Dias Dupim — Diamantina/MG — 6h25min54seg
2º João Vitor da Silva Mendonça — Resende/RJ — 7h35min17seg
3º Otavio Peres de Souza — São Pedro da Aldeia/RJ — 9h03min08seg
Elite Masculina
1º Luiz Miguel Campos Honorio — Maria da Fé/MG — 5h11min45seg
2º Sherman Trezza de Paiva — Poços de Caldas/MG — 5h14min42seg
3º Diogo do Nascimento Castro — Manhuaçu/MG — 5h20min52seg
Master A1
1º Nicolas Zanirate Ignachiti — Espera Feliz/MG — 5h55min56seg
2º Nicacio Amaral Dias de Arruda — Tocantins/MG — 5h58min49seg
3º Brendon Witt — Itati/RS — 6h21min31seg
Master A2
1º Carlos Tiago Lima Valadao — Espera Feliz/MG — 5h57min08seg
2º Julio Cesar Malaquias Ribeiro — Ouro Preto/MG — 6h06min46seg
3º Walison Dias Silva — Mariana/MG — 6h12min51seg
Master B1
1º Adenilson Romares da Silva — Mariana/MG — 5h51min00seg
2º Rafael Mauri Benevenuto — Jerônimo Monteiro/ES — 6h00min36seg
3º Thiago Carvalho Machado — Belo Horizonte/MG — 6h01min43seg
Master B2
1º Robson Ferreira da Silva — Mendes/RJ — 6h07min47seg
2º Rafael Azevedo Silva — Valença/RJ — 6h28min31seg
3º Vicente de Paulo Junior — Castelo/ES — 6h33min36seg
Master C1
1º Denisval Alves de Souza — Cariacica/ES — 6h28min37seg
2º Nivaldo de Farias — Tubarão/SC — 6h33min50seg
3º Mauro Lara — Itaipava/RJ — 6h35min36seg
Sub-30
1º Rafael Biundine Matos — Espera Feliz/MG — 5h54min10seg
2º Arthur Rafael Oliveira Maia — Mariana/MG — 6h13min23seg
3º Paulo Henrique Lopes Guimaraes — Perdões/MG — 6h15min49seg
Elite Feminina
1º Liege da Silva Walter — Mariana/MG — 7h04min25seg
2º Zelina Rocha Belizario — Caratinga/MG — 8h36min16seg
Feminina Pro
1º Paloma Ferreira da Silva — Betim/MG — 8h04min08seg
2º Marcela Oliveira Camilo — Boa Esperança/MG — 8h12min33seg
3º Renata Borges — Espera Feliz/MG — 8h24min37seg
ADV-1
1º Michel Fidelis Santos — Mariana/MG — 4h58min42seg
2º Juliano Jonas Ferreira — Mariana/MG — 5h47min54seg
3º Ytalo Pereira Queiroz — Mariana/MG — 5h49min13seg
ADV-2
1º Daniel Pereira da Cruz — Ouro Preto/MG — 4h44min48seg
2º Silverio Carvalho Palma — Ubá/MG — 4h58min15seg
3º Jose Carlos de Gusmao — Mariana/MG — 5h00min31seg
ADV-3
1º Marcelo Estefanio Domingos — Barbacena/MG — 5h08min10seg
2º Everton Carneiro — Mariana/MG — 5h10min52seg
3º Daniel Costa Adario — Juiz de Fora/MG — 5h46min14seg
Juvenil 1
1º Caua Justiniano Moreno — Três Pontas/MG — 4h34min47seg
2º Miguel Silva Dilly — Mariana/MG — 4h43min43seg
3º Pedro Lucas da Cunha Andrade — Mariana/MG — 4h51min49seg
Juvenil 2
1º Matheus Biundine Matos — Espera Feliz/MG — 4h44min55seg
2º Pedro Antonio Rocha Ferreira Pinto — Sabará/MG — 4h56min39seg
3º Theo Dutra Oliveira — Cataguases/MG — 5h09min36seg
Master C2
1º Ricardo Resende do Nascimennto — Lagoa Dourada/MG — 5h54min03seg
2º Fabricio Silva Rodrigues — Curvelo/MG — 6h13min33seg
3º Rodrigo Battella Gotlib — Nova Lima/MG — 6h24min29seg
Master D1
1º Ceir Maturano Ramos — Teresópolis/RJ — 6h01min40seg
2º Andre Ibeas — RJ/RJ — 6h06min54seg
3º Alessandro Perdigao — Nova Lima/MG — 6h24min02seg
Master D2
1º Hermes Santana — Belo Horizonte/MG — 6h27min12seg
2º Hideraldo Luiz Alves Magalhaes — Coronel Fabriciano/MG — 7h09min15seg
3º Osvaldo Luis Moraes Barcellos — São João da Barra/RJ — 7h30min01seg
Pré-Juvenil
1º Antonio Amorim Azzi — Mariana/MG — 5h24min14seg
2º Igor Bruno Lessa — Mariana/MG — 6h09min32seg
3º Brendo Lorenzo da Silva — Mariana/MG — 8h07min09seg
SPE
1º Lucio da Silva Soares — Mariana/MG — 6h05min18seg
2º Everton Vinicius da Silva — Piúma/ES — 6h52min42seg
3º Krysthian Faria Martins — Itabira/MG — 13h09min20seg
F1/F2
1º Victoria Moreira Bomfim de Carvalho — Mariana/MG — 6h33min29seg
2º Ana Clara Martins Dutra — Mariana/MG — 7h05min57seg
3º Maria Luiza Neves Moreira — Astolfo Dutra/MG — 7h55min58seg
F3-MA-FEM
1º Karim de Sousa Marins — Belo Horizonte/MG — 5h39min38seg
2º Mariana Mendes Motta de Souza — João Monlevade/MG — 6h07min21seg
3º Lidiane Aparecida de Souza — Manhuaçu/MG — 6h45min49seg EncontraVoos Barato
F4-MB-FEM
1º Rejane Vidigal Santiago Casazza — Rio Pomba/MG — 6h28min26seg
2º Androelia Marquez Calegario — Mimoso do Sul/ES — 6h48min22seg
3º Germana Vargas Alves Santos — Oliveira/MG — 6h49min14seg
F5-MC-FEM
1º Elizangela Begname Teixeira — Visconde do Rio Branco/MG — 7h17min57seg
2º Maria Isabel Soares de Araujo — Rio de Janeiro/RJ — 7h29min08seg
3º Luciana Rocha Terrabuio — Campinas/SP — 7h46min52seg
F6-MD-FEM
1º Monica Espirito Santo Bernardes — Rio de Janeiro/RJ — 7h56min09seg
Dupla 1
1º Jefferson Batista / Paulo Sergio — Mariana/MG — 6h45min44seg
2º Manoel Franco / Luiz Miguel — Itaperuna/RJ — 6h50min27seg
3º Vitor Hugo / Igor Haddad — Sorriso/MT — 6h59min49seg
Dupla 2
1º Juliano Marcos / Caio Henrique — Pará de Minas/MG — 6h30min32seg
2º Ramiro Benhame / Edgard Aleixo — Visconde do Rio Branco/MG — 6h47min40seg
3º Ivair Loiola / Mateus Cezar — Viçosa/MG — 6h49min10seg
Dupla 3
1º Elias Silva / Mauro Cesar — Potim/SP — 6h32min24seg
2º Wanderson Aparecido / Joao Leopoldino — Mariana/MG — 6h46min21seg
3º Cleverson Veiga / Felipe Baumel — Curitiba/PR — 6h51min10seg
Dupla 4
1º Joao Baptista / Paulo Cesar — Macaé/RJ — 6h53min40seg
2º Leonardo Faria / Fabio Luiz — Guaratinguetá/SP — 7h16min37seg
3º Leonardo Lobo / Mussio Chagas — Formosa/GO — 7h22min11seg
Dupla Mista
1º Jose Umberto / Mariana Nunes — Carmo do Paranaíba/MG — 7h18min46seg
2º Claudicira Barth / Felicio Borges — Santa Teresa/ES — 7h52min34seg
3º Fernando Duarte / Barbara Duarte — Belo Horizonte/MG — 8h32min14seg EncontraVoos Baratos
Dupla Feminina
1º Larissa Rayane / Carolina Coleman — Lagoa Santa/MG — 6h56min14seg
2º Leticia Lacerda / Sandra Dias — Visconde do Rio Branco/MG — 7h27min43seg
3º Debora Leticia / Camila Rodrigues — Pindamonhangaba/SP — 9h07min43seg
Dupla Mista 1-R
1º Marcos Paulo / Roberta Sabbagh — Iguaba Grande/RJ — 5h37min14seg
2º Elaine H B Amancio / Diego Rodolfo — Santa Maria de Jetibá/ES — 5h54min19seg
3º Lorrayne Kethellen / Allexander Stefan — Sabará/MG — 6h12min39seg
Dupla Mista 2-R
1º Yanca Cristini / Anderson Passos — Belo Horizonte/MG — 10h28min40seg
Dupla Mista 3-R
1º Daiana Martins / Cesar Cunha — Nova Friburgo/RJ — 6h23min04seg
2º Vinicius Vieira / Katia Helena — Aparecida de Goiânia/GO — 6h39min18seg
3º Paula de Cassia / Marcelo Gomes — Campos dos Goytacazes/RJ — 7h28min07seg
E-Bike 1
1º Jair Alhadas Leite — Bicas/MG — 2h49min23seg
2º Thiago Guerra Brandao — Itabira/MG — 2h53min05seg
3º Luciano da Silva Lopes — Ouro Preto/MG — 2h58min48seg
E-Bike 2
1º Luciano Fonseca Paes — Macaé/RJ — 2h48min39seg
2º Marcio Henrique de Queiroz Silva — Mariana/MG — 3h08min25seg
3º Luis Claudio Brum Gaby — Macaé/RJ — 3h10min53seg
E-Bike Feminina
1º Alini Portela Silva — São José do Vale do Rio Preto/RJ — 3h49min08seg
2º Flavia Coelho — Belo Horizonte/MG — 3h59min32seg
3º Mauriane Martins Julio — Sete Lagoas/MG — 4h08min11seg


