A exposição toma como ponto de partida a força e a beleza do corpo e do cabelo da mulher negra como marcas de história, resistência e herança cultural. As obras resultam de uma pesquisa sobre o feminino corpo da negrura na diáspora, com foco no cabelo e em elementos ancestrais que constituem a minha identidade e minha prática artística.
A exposição propõe uma reflexão sobre identidade, linhagem e permanência, entendendo a arte como espaço de memória e reconexão.
Abertura: 12 de maio, às 11h
Local: Sala de Vidro – Campus Morro do Cruzeiro UFOP
Visitação: até 27 de maio

